Quebra-se a onda, a água espirra, a gente leva um solavanco, mas insiste, afastando-a com a ilharga. O sal, as algas e possíveis caravelas podem nos queimar a pele. Quando o sol do meio dia pulsa, o corpo quer servir-se da densidade daquela água, um caldo cheio de história, mergulhar, sentir o frescor que, depois da pele molhada, vem fazer eco com silfos dos ventos marinhos, docemente salpicados.

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Praia do Cabo Branco- João Pessoa

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João Pessoa

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