Categoria: Comidas e Arte

Sobre comida e felicidade em São Paulo

Passei minhas férias em São Paulo: alguns dias de dezembro e outros de janeiro. Pois bem, todo mundo sabe que a cidade é cheia de atividades culturais, e aproveitei isso muito bem (vou contar em outro post), mas queria mesmo falar hoje sobre os lugares nos quais comi. Gente, é impossível seguir dieta e usufruir desta cornucópia degustativa (gostaram da expressão?! Rsrsrsrs). Foram muitos pratos deliciosos e ambientes aconchegantes e singulares! Mas vou citar aqui os que mais gostei, assim, quando você for visitar São Paulo pode conhecer também! Vamos lá:

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Fazendo o Monet com açúcar: L´éclair

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É possível pensar em arte na confeitaria? Digo, para as formigas, aquelas que vão ávidas apenas de sentir na boca o toque macio de um delicioso doce? Somos atraídos pela beleza, se pensarmos direitinho, porque o que nos chama atenção é a vitrine, e comemos, a princípio, com os olhos (não “comemos” com o olhar também uma boa obra de arte?).

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Énivrez-vous! Vinho Moi Primitivo Puglia

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Beber vinho é um deleite, já afirmam os poetas. Charles Baudelaire abriu todo um capítulo nas “Flores do Mal”, com o título, “Le vin”, ou, “O vinho”, há as traduções da lenda celta medieval, “Tristão e Isolda”, que nomeará a porção que provoca a paixão violenta, como: “vinho dos amantes”. Para Jorge Luis Borges, em o “Soneto do Vinho”, o vinho é um mapa da memória do mundo que, ao ser ingerido, carrega o homem pelas veredas das histórias coletivas e individuais. Drummond fala de conhaque no “Poema das sete faces”, mas bem que poderia ser vinho, aquela bebida que “nos botam comovidos como o diabo”.

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